Há muitos anos que o homem se questiona o que é a inteligência e como me mede. Porém com Alfredo Binet, que esses fatos se tornaram oficiais. Foi ele o pioneiro na utilização dos testes de inteligência para categorizar os indivíduos, de forma a prever se seriam capazes ou incapazes de realizar determinadas tarefas com eficiência. Porém, o que ele não contava é que se invés de uma existisse várias inteligências.

Desde o início dos tempos, o homem se questionou sobre o que era a inteligência e qual a sua origem? Muitas das vezes a inteligência, à semelhança de outras capacidades superiores eram atribuídas a Deus ou a Deuses. Hoje sabemos que a origem é multifatorial, sendo resultado de uma combinação de inúmeros fatores, que interagem entre si.

A Inteligência pode ser definida como uma habilidade cognitiva superior, como um comportamento adaptativo orientado por objetivos ou como uma habilidade de inferir novos conhecimentos através de uma reorganização da informação adquirida.

Em 1985, o psicólogo Howard Gardner, revela a Teoria das Múltiplas Inteligências, propondo a existência de 7 inteligências distintas. Mais tarde acrescentou mais 2 inteligências à sua teoria. Totalizando em 9 o número de inteligências.

Vou então descrever as 9 inteligências:

Inteligência Lógico – Matemática– Facilidade em fazer cálculos, de encontrar padrões, ordem ou sequências. É a inteligência característica de cientistas e matemáticos. Esta era a inteligência testada por Binet no início dos testes de inteligência.

Inteligência Linguística – Sensibilidade para sons, ritmos e significados das palavras. Capacidade de comunicar, facilidade para transmitir ideias e de argumentação. Capacidade de improvisar e contar histórias.

Inteligência Musical – Capacidade para discernir sons, de apreciar, compor ou reproduzir música. Sensibilidade para componentes musicais, como o timbre e texturas. Os compositores e músicos possuem elevada inteligência musical.

Inteligência Espacial – Capacidade para perceber o mundo visual e espacial. Facilidade de perceber formas, distâncias, de forma a manipular formas ou objetos, mentalmente ou fisicamente, conseguindo inferir os seus movimentos e posições.

Inteligência Cinestésica – Capacidade de coordenação grossa ou fina do corpo, em função de desportos, artes plásticas ou cénicas, que pressupõem um conjunto harmonioso de movimentos corporais precisos.

Inteligência Interpessoal – Capacidade de entender as emoções, sentimentos, motivações e desejos das outras pessoas. Inteligência típica dos psicólogos, professores e políticos. Associada à empatia, à capacidade de perceber as outras pessoas.

Inteligência Intrapessoal – Capacidade de compreender, gerir e descriminar os próprios sentimentos e emoções. Aproveitando essa compreensão para a resolução dos seus próprios problemas.

Inteligência Naturalista – É a capacidade de reconhecer e classificar as espécies e organismos animais ou plantas e interagir com eles. É a inteligência envolvida em causas ecológicas. Inteligência típica dos zoólogos, biólogos, ambientalistas, etc.

Inteligência Existencialista – A mais recente das inteligências propostas, implica consciência de si no universo. Capacidade de ver o todo, mais que a soma das partes, capacidade de sermos nós próprios e estarmos bem connosco próprios e com o mundo. Saber quem é, de onde vem e para onde vai. Típica de pessoas como o Dalai Lama.

Sendo assim, pensei duas vezes quando dizerem que alguém não é inteligente.

E você, qual a sua maior inteligência?

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Autor: Jorge Elói

 

 

 

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